Já disponível na loja virtual: www.estiloearte.elo7.com.brEsse é um espaço para compartilhar de tudo um pouco:idéias, variedades, paixões, devaneios...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Sandália customizada
Para você amiga, que vai se casar no próximo dia 15, aqui está a sandália que vai descansar seus pés depois de tanta emoção.Podes vir buscá-la no sábado.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Acessórios: coleção primavera/verão
"Só
quem cria o que é mais delicado pode criar o que é mais forte." (Hugo von Hofmannsthal)
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Exposição de artesanato
A partir do dia 15/08 estarei expondo meu artesanato no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina -UFSC. A Expo-feira ficará aberta ao público das 8:00 ás 18:00h até sexta-feira, dia 19.
não é motivo para não querê-las.
Que tristes os caminhos, se não fora
a mágica presença das estrelas!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Tecendo poesia

Teço como se estivesse escrevendo poesia.
Ponto por ponto,
palavra por palavra
nasce o texto.
Vida inscrita em cada peça.
Manuseio

Maria Esther Maciel - In Triz
Tépidas
essas mãos
que divagam devagar
por meus relevos
óbvios
e demoram fundo no obscuro
ponto
onde o corpo
se abisma
e silencia,
absurdo.
domingo, 3 de julho de 2011
Artesanato e leitura, dois prazeres

Estou terminando de ler um livro que comecei sem muita expectativa e agora, quase ao final, constato que estou achando-o muito interessante. Trata-se de “A comprometida”, de Elizabeth Gilbert, a mesma autora de “Comer, rezar, amar”. Pois bem, o tema desse livro que estou lendo é o casamento e o que gostei nele, independente da forma leve e solta como a autora escreve, é que lendo me senti instigada a fazer algumas reflexões sobre as quais, confesso, ainda não havia refletido o suficiente.
As expectativas com que homens e, especialmente, mulheres vão para o casamento, as responsabilidades que um coloca nos ombros do outro são fardos tão pesados que, muitas vezes, é impossível carregar. Disso, porém, me dei conta não faz muito tempo. Como escreveu Martha Medeiros, ..."fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja,
e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.”
Pois é, em A comprometida, a autora discorre sobre este e outros temas bem interessantes para serem pensados. É uma leitura que recomendo, vai fazer bem podem crer.
Aproveito para ilustrar esse texto com mais uma peça que criei nesse final de semana frio e nublado. Fazer arte e artesanato é, para mim, um prazer enorme e, também, uma maneira de ser feliz.
domingo, 26 de junho de 2011
Frio, chuva e arte

Neste domingo de neve na serra em Santa Catarina, de chuva, frio e fuga em Florianópolis, eu não tive coragem de chegar nem na varanda, preferi o aconchego da sala.
A fuga foi de presos que estavam no centro de triagem da Penitenciaria do Estado. Agora são mais de 70 presos que estão novamente nas ruas para o que “der e vier”. Espero que a Polícia Militar nos proteja (ai meu Deus! E dá pra confiar?). Melhor deixar isso pra lá e prestar atenção nas lindas imagens da neve. É bom vê-la caindo mansinha. Eu prefiro olhá-la bem de longe, de preferência enrolada num cobertor macio e quentinho, com um livro de poesias ao alcance da mão... |
OPUS VI
Ouço trovões como tubas
alardeando a chuva
Ouço glicínias
glissando
no terraço
e a natureza assente
ao drama de si mesma.
Ouço o silêncio do mundo.
Maria José Giglio
Mas o domingo foi também de criatividade. Nas fotos uma amostra do trabalho que rendeu.
sábado, 18 de junho de 2011
Poesia em noite de sábado
é carne:
o corpo é onde
há carne e o sangue
é alarme.
O corpo é onde
é chama:
o corpo é onde
há chama
e a brasa
inflama.
O corpo é onde
é luta:
o corpo é onde
há luta
e o sangue
exulta.
O corpo é onde
é cal:
o corpo é onde
há cal
e a dor
é sal.
O corpo
é onde
e a vida
é quando.
