É inacreditável, mas até hoje se sabe muito pouco sobre o coração. Porém resultados de pesquisas a respeito desse órgão vital realizadas nos últimos 20 anos estão deixando alguns cientistas completamente boquiabertos “O coração é o centro físico de um sistema circulatório com 75 trilhões de células. É também o centro eletromagnético do corpo, emanando 5 mil vezes mais eletro magnetismo que o cérebro e seis vezes mais eletricidade. Cerca de 60 a 65% de suas células são neurais, exatamente como os neurônios cerebrais”, escreve a autora americana Cindy Dale num parágrafo que resume boa parte das pesquisas científicas atuais sobre esse assunto e que faz parte de seu livro The Subtle Body (O Corpo Sutil, ainda sem versão em português). Hoje já se sabe que o campo eletromagnético liberado pelo coração tem o mesmo formato do campo que irradia da Terra ou do Sol. Também já foi provado que ele é extraordinariamente mais potente que o campo cerebral e que pode ser medido a uma distância de até 3 m. Estudos científicos indicam igualmente que dentro do coração há um pequeno cérebro, um sistema nervoso independente, com aproximadamente 40 mil neurônios. Esse complexo neuronal é gerador de uma inteligência própria, diferenciada, que processa informações e que também envia sinais para o sistema límbico cerebral (responsável pelo processamento das emoções) e para o neocórtex (a parte onde acontecem os pensamentos).Esse é um espaço para compartilhar de tudo um pouco:idéias, variedades, paixões, devaneios...
domingo, 3 de novembro de 2013
As energias que vêm do coração
É inacreditável, mas até hoje se sabe muito pouco sobre o coração. Porém resultados de pesquisas a respeito desse órgão vital realizadas nos últimos 20 anos estão deixando alguns cientistas completamente boquiabertos “O coração é o centro físico de um sistema circulatório com 75 trilhões de células. É também o centro eletromagnético do corpo, emanando 5 mil vezes mais eletro magnetismo que o cérebro e seis vezes mais eletricidade. Cerca de 60 a 65% de suas células são neurais, exatamente como os neurônios cerebrais”, escreve a autora americana Cindy Dale num parágrafo que resume boa parte das pesquisas científicas atuais sobre esse assunto e que faz parte de seu livro The Subtle Body (O Corpo Sutil, ainda sem versão em português). Hoje já se sabe que o campo eletromagnético liberado pelo coração tem o mesmo formato do campo que irradia da Terra ou do Sol. Também já foi provado que ele é extraordinariamente mais potente que o campo cerebral e que pode ser medido a uma distância de até 3 m. Estudos científicos indicam igualmente que dentro do coração há um pequeno cérebro, um sistema nervoso independente, com aproximadamente 40 mil neurônios. Esse complexo neuronal é gerador de uma inteligência própria, diferenciada, que processa informações e que também envia sinais para o sistema límbico cerebral (responsável pelo processamento das emoções) e para o neocórtex (a parte onde acontecem os pensamentos).sábado, 26 de janeiro de 2013
Um brinde a vida
Um brinde
Um brinde aos
que escolheram renovar-se, porque venceram os temores herdados
e as ilusões mercadejadas.
Um brinde aos que ainda hesitam,
porque o seu ceticismo é legítimo,
ainda que recheado de ontem;
a qualquer momento podem tomar a estrada,
se o amanhã lhes tocar o desejo.
Um brinde aos que transitaram para o desafio
e não estacionaram na preocupação,
nem no olhar recebido, nem na obediência,
nem no mais sensato Assim-É.
Um brinde aos que maximizaram o objetivo,
porque não se contentaram com as vitrinas,
nem com a modéstia que não ofende,
nem com a guerra no espelho.
Um brinde aos que ordenham o olhar
na prospecção dos fatos,
porque fazem nova gemada
com os ovos (da galinha) de Colombo;
e aos aromistas do diagnóstico,
porque são estes que sintetizam o cristal
e o reinvento.
Um brinde aos que abrem as portas
à ingenuidade, à surpresa e à insubmissão,
porque germinam novas sementes
perante as verdades embalsamadas.
Um brinde aos avaliadores
que não desperdiçam as nozes de Nietzsche
nem atendem às vozes dos conselheiros,
porque concedem saber
à novidade da criança
e acrescentam oportunidade ao espanto.
Um brinde aos que não se consolam na fórmula,
mas cuidam da nova criança,
porque assim dão músculos ao pensar
e tornam confiante o descobridor.
Um brinde às caminhadas,
porque, além dos achados,
reativaram os músculos
e mostraram que vale mover-se.
Um brinde aos que chegaram
e aos que nunca fugiram,
aos que aprenderam
e aos que não ancoraram
na bahia-limbo do conforto.
Um brinde aos que esqueceram as lições
e as ladainhas,
porque agora estão livres
para produzir surpresas no pensar
e riquezas no agir.
Um brinde aos que semeiam,
ainda quando perdem a semente;
aos da meia noite
e aos da nova manhã,
porque para todos há música
e vinho do Reno com gosto de pitomba.
Por maior que seja a pressa,
preveja no mapa o lugar da sombra
para comemorar não apenas o que foi,
mas principalmente o desejo consistente;
e neste quiosque da festa íntima
dimensione a nova estrada dos dias,
escute a música dos desafios
e acrescente o seu próprio brinde
ao ainda não pensado.
(texto de José Leão de Carvalho)
domingo, 3 de julho de 2011
Artesanato e leitura, dois prazeres

Estou terminando de ler um livro que comecei sem muita expectativa e agora, quase ao final, constato que estou achando-o muito interessante. Trata-se de “A comprometida”, de Elizabeth Gilbert, a mesma autora de “Comer, rezar, amar”. Pois bem, o tema desse livro que estou lendo é o casamento e o que gostei nele, independente da forma leve e solta como a autora escreve, é que lendo me senti instigada a fazer algumas reflexões sobre as quais, confesso, ainda não havia refletido o suficiente.
As expectativas com que homens e, especialmente, mulheres vão para o casamento, as responsabilidades que um coloca nos ombros do outro são fardos tão pesados que, muitas vezes, é impossível carregar. Disso, porém, me dei conta não faz muito tempo. Como escreveu Martha Medeiros, ..."fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja,
e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.”
Pois é, em A comprometida, a autora discorre sobre este e outros temas bem interessantes para serem pensados. É uma leitura que recomendo, vai fazer bem podem crer.
Aproveito para ilustrar esse texto com mais uma peça que criei nesse final de semana frio e nublado. Fazer arte e artesanato é, para mim, um prazer enorme e, também, uma maneira de ser feliz.
domingo, 29 de maio de 2011
Artesanato e Poesia, boa combinação

Mostrar meu trabalho combinando-o com poesia torna-o muito mais bonito e agradável. Escolhi essa poema da Silvana Duboc porque me identifico muito com ele, há muitos "Eus' em mim, deguste-os.
Várias de mim
Silvana Duboc
Sou assim
Duas de mim
Às vezes três
Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês
Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor
A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente Vingativa e inconseqüente
Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa
No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida
Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo
Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar Sou assim
Várias de mim
Sorriso por fora Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer Nos olhos, meu desejo deixo perceber
Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada
Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Recomeça a escrita de nossa história

Neste começo de ano, quando todos os sonhos e projetos estão em aberto, quando começamos a escrever mais algumas páginas da história de nossas vidas, penso que essa mensagem de Madre Tereza pode servir de estímulo para nossas atitudes.
Mensagem da vida
"Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos... Mas o que é importante não muda... a tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiver viva, sinta-se viva. Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.
Não viva de fotografias amareladas...
Continue, quando todos esperam que desista.
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você. Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você.
Quando não conseguir correr através dos anos, trote. Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca se detenha".
Madre Teresa de Calcutá
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Falando de artesanato e de amigos
Já disse em outro texto que eu vivo de ir e voltar, de inventar e reinventar, pois é isso, aqui estou eu de volta.
Estive expondo meu trabalho durante a 12ª FENAOSTRA (Festa Nacional da Ostra e da Cultura Açoriana) que aconteceu em outubro em Florianópolis/SC. Foi muito bom. A Feira de Artesanato estava linda, com trabalhos de ótima qualidade e muita variedade. Encontrei muita gente, fiz novos amigos e, já que falo neles deixo aqui abaixo um texto que recebi do Portal www.diabetenet.com.br . Li, gostei e passo adiante. Também abaixo fotos da feira que participei.


Amigos
Meus amigos são todos assim... metade loucura, metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila... Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Fico com aqueles que fazem de mim "louco" e "santo".
Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Coisa de louco... Louco que senta, horas e horas, de conversa ou de silêncio, e espera a chegada da lua cheia.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Não quero deles só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria... Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem. Mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância, metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto. E velhos, para que nunca tenham pressa.
Preciso deles para saber quem eu sou, pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei que a normalidade é uma ilusão... estéril!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A vida é AGORA

A vida...
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada, como uma criança tranquila bricando de esconde-esconde.
Infelizmente, ás vezes não percebemos isso e passamos nossa existência colecionado "não": a viagem que não fizemos, o presente que não demos, a festa a qual não fomos, a paixão que não vivemos o perfume que não sentimos...
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador, quando se é piloto e não passageiro, pássaro e não paisagem, cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes, não pode e nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo ! Tanto aquele que você soube aproveitar no passado, quanto aquele que você não vai desperdiçar no futuro. Porque a vida é AGORA". (autoria desconhecida)
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Viver com simplicidade pode ser melhor
Acham que têm compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Livros, companheiros maravilhosos

Acabei de ler “O caçador de pipas’ do escritor Khaled Hosseini. Que livro fantástico! Eu já havia lido A cidade do sol, do mesmo autor que, vejo agora é, de certa forma, uma continuação do Caçador de pipas, já que o “pano de fundo” da história é o mesmo: o Afeganistão, seu povo sofrido, as mulheres massacradas física e emocionalmente e as milhares de crianças de quem roubaram tudo, inclusive a infância.
Como romances ambos os livros são extraordinários, mas não só como ficção. Porque o texto de Khaled tem o poder de levar o leitor para dentro do cenário. Enquanto lia eu tinha a sensação de estar vendo Cabul – a cidade do sol - de perto. Sofri e me indignei “presenciando” as atrocidades que fizeram contra aquele povo e, especialmente contra mulheres e as crianças.
Acho que a literatura não é e nem deve ser utilitária. Mas penso que não dá pra perder a oportunidade, e Khaled Hosseini não perdeu, de usar a enorme força que tem a literatura para denunciar situações como essas. Tomara que um dia isso tudo tenha fim porque o Afeganistão continua afundado em problemas e acho que o massacre ainda não acabou.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Livros, quanto mais melhor

Hoje vou postar aqui pequenos trechos e frases sobre livros na esperança de motivar meus visitantes a desfrutarem o delicioso prazer que a leitura proporciona.
Começo com o poeta Mário Quintana que escreveu:
“Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo como de um alçapão.
Eles não têm pouso nem porto,
alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhado espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti...”
"O livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos." ...“Sempre imaginei o paraíso como uma grande biblioteca.” As duas frases são do grande escritor argentino Jorge Luiz Borges.
Outra do Mário Quintana: “Dupla delícia: o livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.” Eu não poderia esquecer do poeta Carlos Drummond de Andrade: “A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade das pessoas não sente esta sede.”
“Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias.” Essa frase do escritor Mário Vargas Llosa é bastante atual e muito importante para nós brasileiros que teremos eleições este ano.
E finalizo com o escritor francês Victor Hugo :“Ler é beber e comer. O espírito que não lê emagrece como um corpo que não come.” É isso amigos, vamos fortalecer o espírito na boa companhia de um livro.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Alegres e ignorantes

Hoje quero recomendar aos amigos que me visitam a leitura de um texto da escritora Lya Luft , publicado na revista Veja dessa semana – 3 de março/2010 e que tem por título “Alegres e ignorantes”. Ela fala da “avassaladora desinformação” da elite brasileira, que é realmente preocupante.
Entre outras coisas Lya diz: “... Estar informado e atento é o melhor jeito de ajudar a construir a sociedade que queremos, ainda que sem ações espetaculares. Mas se somos desinformados, somos vulneráveis; se continuarmos alienados, bancaremos os tolos; sendo fúteis, cavamos a própria cova; alegremente ignorantes, podemos estar assinando nossa sentença de atraso, vestindo a mordaça, assumindo a camisa de força que, informados, não aceitaríamos.
Alegria, espírito aberto, curiosidade, coisas boas desta vida, tosos as merecemos. Mas me poupem do risinho tolo da burrice ou da desinformação: o vazio por trás dele não promete nada de bom.” Leiam, a Lya é ótima.
